segunda-feira, 30 de maio de 2011
Crítica
Muitos me diriam que deveria eu voltar a escrever sobre outras coisas, que as pessoas talvez careçam de uma verdade que eu estou guardando para mim. Recuso-me a aceitar esta crítica como real. Se é a verdade que esta em cheque, não posso mentir para mim e fingir que não penso nisso durante todo o desenrolar do dia. Falso eu seria, se quisesse discutir política com os pássaros verdes que voam ao meu redor. Devo mais é falar em poesias, carinhos e flores, pois é isso que me cerca desde então.
Dias incomuns
Continue a brilhar, ó lua, tua penumbra tem inundado minhas noites de forma a torná-las em dia. Apareçam algumas nuvens ou não, parece que o sol não se esconde mais. O vento aqui fora gela a todos, até a mim, mas não cessa a vontade e o desejo que tenho de ver seus olhos e de ter você. O vento pode até me cortar, mas meu corpo, por dentro, queima de um carinho constante, de um gostar insano, de um desejo, de um calor, de você.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Pode?
Ao meu lado a vela escorre. Sob a luz semi escura eu tento não pensar, mas é incrível perceber como pode um coração bater, sabendo que logo você volta, mas que neste momento não esta aqui! Já pode apagar a vela pra você voltar?
quarta-feira, 4 de maio de 2011
hA de sentir
Me perguntei há alguns instantes: "Por que só te escrevo quando estou no inferno?"
Não sei te responder com tanta certeza, se é que o céu há de me dar vida, acho que então estou próximo dele.
Não consigo te dizer o que esta a acontecer, o que me dizem ter é borboletas. Não sei que sentido isso te dá, só quero que saiba que a beijei, e só de pensar, sinto gelar novamente.
Não sei te responder com tanta certeza, se é que o céu há de me dar vida, acho que então estou próximo dele.
Não consigo te dizer o que esta a acontecer, o que me dizem ter é borboletas. Não sei que sentido isso te dá, só quero que saiba que a beijei, e só de pensar, sinto gelar novamente.
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