sexta-feira, 24 de maio de 2013

Nada mais adianta!

Não adianta brigar ou bater as pernas,
não adianta rosnar, chorar, gritar.
Tudo isso só me livrará do sentimento,
você não voltará.
Não adianta me justificar, te implorar ou simplesmente correr até aí para te beijar.
Não adianta fazer nada.
Eu bem que queria,
queria poder dizer as minhas propostas e os meus sonhos,
queria poder ter sido e terminado tudo o que planejei.
Queria ter passado o dia dos namorados com você
e ter te entregado o presente que já estava quase nas mãos.
Queria muitas coisas, mas todas independem de mim.
Em relação a estas, nada posso fazer.
Muito menos dizer o quanto te quero.
Já disse e a partir de agora tudo será em vão.
As vezes penso que o fim de semana não ter vindo, foi bom,
eu diria que te amo,
você levaria isso como um soco,
e eu perderia isso no vento.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Hoje eu revivi uma sensação ruim, mas espero só achar que é.
Revivi a ponta de um dos sentimentos mais dolorosos que já senti.
Revivi o medo e o desespero, vontade de sair correndo primeiro, vontade de me vingar da vida.
O momento é muito semelhante, a chama agora já existe, muito mais real do que antes, o problema é que a situação é muito semelhante, seu trabalho, seu momento, sua correria, meu trabalho, meu momento minha correria, um desencontro simples... e parece que tudo vai acontecer novamente.
Espero que seja só uma sensação, apenas isso, nada mais!

domingo, 19 de maio de 2013

E uma coisa doce dominou minha rotina, acalentou meu desespero, entornou meu pranto...
Uma loucura estranha, desacostumada, inconstante e sublime.
Um sentir insano que as vezes é suave, as vezes é fogoso e as vezes é divino.
Uma constância inconstante, de cores e pavores, de medos e alegrias, de sorte e azar, de construção, de vida... de amor.
Sim, amor.