domingo, 26 de fevereiro de 2012
E é ali, onde a gente não espera que esteja, onde a gente não escuta a certeza, que aparece o mais belo dos sentimentos. O mais nobre e real sentir, onde a dor vira lágrima e tudo se torna companhia. Onde o medo passa a ser estar e o devir passa a ser acompanhar.
Ali onde eu sinto sua presença, onde eu sinto sua falta, onde eu arrisco além dos meus medos.
Ali, naquele lugar comum que se tornou ilustre só por estar com você.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
E agora
Ontem, sai para passear com minhas alegrias e me deparei com um demônio. Um não, vários.
Todos estavam ali, sorrindo para mim como quem diz: "Há, você estava tentando fugir". Me estremeci por inteiro e sentei para um simples café.
Estranho sentar para conversar com seus medos quando eles te assombram tanto.
Respirei fundo e senti o aroma forte e acalantador daquele café. Sorri e quando percebi, eles ainda existiam, mas sem em amedrontar.
Tristeza ou alegria, não sei, eles estão aqui ainda, sentados ao lado de todos os anjos, amigos inseparáveis eu diria. Se existe o bem e o mal, eles não se largam, e agora, é preciso aprender a conviver com isso.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Me bateu uma vontade estranha de te ligar, ma pareceu que sua presença era importante. Senti seu cheiro e até mesmo descrevi como seria se você estivesse aqui comigo. Pensei duas vezes, três, quatro, cinco... Pensei de novo e voltei a real. Não te ligaria pois preciso de você, só te ligaria pois não quero ficar sozinho.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Colação de grau
O sol bate fortemente na minha janela, o barulho que escuto não existe, esta apenas em mim.
Meu corpo vibra de uma sensação estranha, possuída de dor e tristeza, ao mesmo tempo que esbanja beleza e alegria. Confuso. Tudo muito singular e único.
Cinco anos se foram, e eu me permiti crescer.
Não sei como expressar tudo isso, não sei como manifestar. Meu corpo, por si só, começou a se mostrar hoje mesmo, antes que eu resolvesse escrever. Minhas pernas doem de tensão, minhas mãos transpiram e eu, quero ficar gritando constantemente!
Estranho meu caro, muito estranho.
Meu corpo vibra de uma sensação estranha, possuída de dor e tristeza, ao mesmo tempo que esbanja beleza e alegria. Confuso. Tudo muito singular e único.
Cinco anos se foram, e eu me permiti crescer.
Não sei como expressar tudo isso, não sei como manifestar. Meu corpo, por si só, começou a se mostrar hoje mesmo, antes que eu resolvesse escrever. Minhas pernas doem de tensão, minhas mãos transpiram e eu, quero ficar gritando constantemente!
Estranho meu caro, muito estranho.
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