Numa imensidão negra,
encontra-se a luz,
uma que brilha de um astro,
parasita, mas que brilha
uma luz que não é dele,
dono o qual nunca foi tocado.
Um brilho que me mostra quem é,
que me faz saber sua verdade,
qual é a sua fase?
Quero-te como estás,
mingue para mim,
cresça com as palavras,
fique cheia de si
e por fim
torne novo aquilo que antes era velho.
Esconda-se dos meus olhos,
e apresente-se aos outros,
torne-se parte de mim,
enquanto estou eu aqui, sem poder tocar-te.
Torne-se presente,
ao mesmo tempo que se ausenta...
Torne-se alguém,
viva luz que brilha de outro,
reluza aquela face,
faça-a falar,
ensine-a coisas úteis para que alguém
um outro sem luz,
a encha de esperança e depois apresente-lhe a crua verdade.
Assim é o homem,
luz por nascença,
parasita de outro ser,
dependente de outro saber,
aquele que cresce sem nada ter,
que por outro aprimora-se,
e com uma luz brilha,
imprópria,
assim como a luz
que a lua não tem,
mas que me alegra os olhos,
como quando vejo você,
e depois me olho no espelho.
O homem brilha como ela,
a luz de outro alguém,
um outro que um dia nada soube,
e que de um outro passou a saber...
alguém que esta pra lá,
assim como a lua,
que ilumina minha noite,
mas continua sempre me deixando aqui...
Uaaaaaaaaaaaaaaaaallllllll!!!!!!!!!!!
ResponderExcluirVc e demais!!!!
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