segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Ffff....

Se lembra daquela vela,
aquela que pouco iluminava,
mas que quase nada me escondia?
A apaguei.
Tentar esconder? Nunca,
as marcas da parafina estão aqui
e, mesmo sem luz,
eu ainda as sinto e vejo, como se
existisse em mim
mais que um refletor,
um farol que,
por 24h,
me lembra da vela que eu acendi
e eu mesmo assoprei.

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