Queria te pedir o convívio do aperto,
dividir contigo o cheiro do meu viver,
que talvez se misturaria com o cheiro do seu perfume.
Só queria estar perto, quando o vento tocasse seu corpo,
e talvez fosse eu, a outra parte do seu, que o vento encontraria.
Talvez seja estranho,
até mesmo incomodo,
mas não conheço ninguém que morreu
por tê-lo tido de ti.
Isso é mais meu,
pois quem sofre sou eu.
Só queria te pedir com palavras vocais,
o que eu sinto nas minhas palavras ocultas.
Ele se encontra como pilar da minha sobrevivência
que hoje esta semibreve cercado
pelas folhas que me rodeiam
e me abraçam,
mas deixam espaço suficiente
para que me faça sentir necessário
aquele que eu não tive
e que é seu,
mas ainda espero que também seja meu
o seu abraço.
Nenhum comentário:
Postar um comentário