Eu tentei, eu juro que tentei, segurei sua mão firme, sorri para seus dias felizes, chorei nos seus dias tristes, mas quando me deparei com os meus, percebi que estava só.
Percebi que meus dias são sempre felizes e tristes, cheios e vazios, brancos e pretos, doces e amargos - crus, sozinhos, acinzentados, vazios e amargos.
Não sei, não entendo sua dor, fraco ser existente em mim, te consolo todos os dias e percebo que aparenta a força de um leão, com a coragem de um rato. A fraqueza da libélula, num voo sem altura. Por que continua então a querer a vida? Por que escolhe resistir em um ser que pede liberdade da prisão, que até agora chora fechado com medo de arrebentar as correntes que o prendem a vida?
Já é hora de soltar, ou ao menos se separar. Por favor, é isso que te peço, ó ser que me perturbas, que me acordar com dor, que me faz chorar na ausência dos outros e ainda sentir culpa pelo ato. Me deixe em paz, é só isso que eu quero, é só isso que eu preciso!
Fortemente lindo.
ResponderExcluiraways together!
ResponderExcluirYou know that?!